Ao adentrar no blog da nossa querida Míriam Leitão http://oglobo.globo.com/economia/miriam/, deparei-me com uma aparente boa notícia. Me parece que teremos recorde de empregos para nossos queridos brasileiros. Coisa boa! mas ao continuar a leitura, já passando para outra postagem encontrei um pedacinho da má-fé dos nossos queridos dirigentes. Segundo Míriam e alguns meios de comunicação, o governo com o intuito de acelerar e qualificar nossa produção está investindo e, eliminando algumas cobranças para desafogar e requalificar nossos meios exportadores. Porém no tocante a saúde pretende-se criar, ou recriar, ou ignorar o povo com um nova CPMF.

´´Vamos por partes e no que mais ataca o bolso. Exatamente a mesma quantia que a Política de Desenvolvimento Produtivo destinou aos empresários em três anos, R$ 21 bilhões, é a que precisa ser providenciada pelo governo, também em três anos, para complementar o orçamento da Saúde. Já eram claros os sinais de que o governo não conversa com ele mesmo, agora fica parecendo que a Fazenda não conversa com ela mesma, porque lá é que foi viabilizada a proposta da política industrial e é lá que se prepara a proposta de uma nova CPMF.“

´´O que fica difícil entender é como o governo pensa em recriar o mal-amado imposto do cheque com o argumento de que falta dinheiro para a Saúde depois de 10 dias de orgia de renúncia fiscal para diversas clientelas. Ninguém é bobo. Se o governo pode abrir mão de R$ 2 bilhões, por ano, com a Cide; de R$ 21 bilhões, em três anos, com impostos diversos para incentivar exportadores; se pode constituir um fundo com extra de superávit primário apenas para comprar títulos de bancos brasileiros para que eles emprestem para empresários a juros baixos, este governo não está precisando de mais dinheiro. Precisa, sim, é fazer escolhas mais sábias com o que tem.“